Boas pessoal,
Vou reduzir quase por completo o meu plantel de exoticos.
Tenho disponiveis algumas aves exoticas para venda ( alguns casais ) .
Passem na seção "Venda de Aves"
Cumprimentos,
HSantos
sábado, 10 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
Kakarikis

Esperança média de vida: 7 anos
Distinção entre os sexos: as fêmeas são mais pequenas que os machos.
Em tempos correu o risco de extinção na sua terra natal, este pássaro bom reprodutor é actualmente bastante divulgado em avicultura, mas pouco divulgado tanto em livros, sites e etc. Aqui vão algumas dicas.
Alojamento:
Os Kakarikis são pássaros extremamente activos. Adoram executar acrobacias e andar de cabeça abaixo pela rede do aviário. Estas aves podem ser abrigadas ao ar livre, mas devem ter sempre um abrigo nocturno para se abrigarem nas noites mais frias e da geada. Os Kakarikis são pássaros delicados e podem ser misturados com outras aves no mesmo viveiro. Na época de criação, deve manter somente um casal por gaiola porque estes podem se tornar muito
agressivos para com outras aves.
Um viveiro ao ar livre não deve ser inferior a 2 m de comprimento, 2 m de altura e 1 m de largura.
Uma gaiola deverá ter sempre aproximadamente 1 m de comprimento, 80cm altura e 60cm de largura.
Os Kakarikis são extremamente inquietos e exploraram todos os espaços do viveiro. Em consequência disso, podem ter alguns acidentes.
Assegure-se de que não haja nenhuns bicos de arame ou outros objectos cortantes no seu viveiro para que os pássaros não de aleijem. Tenha cuidado também porque estas aves são artistas em fugas e não perdem uma oportunidade para bater as asas.
Alimentação:
Dê a estas aves uma mistura de sementes própria (Igual à das caturras, etc.), existente nas lojas de animais e não se esqueça que uma variedade de fruta e de vegetais são essenciais para manter as suas aves em boa saúde, por isso pode dar ás suas aves, brócolos, espinafres, milho, pepino, cenoura, maçãs, uvas, laranjas, etc. As verduras devem ser muito bem lavadas, por causa dos insecticidas. Devem ser fornecidas frescas e mudadas diariamente.
Nunca esquecer em época de criação, muda da pena, ou como estimulo à criação, dar sempre suplementos e alimentos à base de ovos e papa de criação.
Em relação aos comedouros e bebedouros, os ideais são os redondos, em barro vidrado, com rebordo para facilitar o pouso. Além de práticos, também são de fácil limpeza.
Enquanto à água, tanto a de beber como a do banho deve ser sempre fresca, limpa, e mudada
diariamente, os Kakarikis adoram tomar banhos, deve então de disponibilizar de um recipiente grande par tal.
Criação:
Um casal de Kakarikis em boas condições pode ter até 4 criações num ano.
Duas num ano seriam o ideal de modo a não esgotar as aves.
Não deve deixar estas aves fazerem criação nos meses de verão, por causa do risco de morte derivado ao stress que estas aves têm tendência a apanhar. Alguns Kakarikis tem o coração fraco e a adrenalina liberada durante o stress pode criar o coração mais pequeno à batida que conduz, e dai levar à sua morte.
Estas aves se o permitir, poderão começar a criar aos 4 meses de idade, o que não é muito aconselhável, deve apenas incentivar a criação após 12 meses de idade.
Ao adquirir Kakarikis, certifique-se que adquire aves jovens, uma vez que estas só têm uma esperança média de vida de 6 a 8 anos.
Coloque os ninhos, estes devem ter aproximadamente como medidas entre 35 a 40cm altura, 25cm largura, 25 cm profundidade. (Idênticos aos das caturras).
Algumas fêmeas gostam de esconder os ovos, para isso coloque no fundo cerca de 3cm de alt. de aparas de madeira, (já à venda em lojas especializadas).
Normalmente a fêmea coloca os ovos em dias alternados.
Colocando uma média de 5 a 7 ovos ou mais, a incubação dura geralmente de 19 a 21 dias. Os ovos são incubados pela fêmea, mas o macho pode sentar-se ao lado dela no ninho.
Não deverá tentar fazer casais de Kakarikis de fonte vermelha com Kakarikis de fonte amarela, alem de perder tempo por não conseguir fazer criação, corre o risco de por esta ave em vias de extinção.
As crias são alimentadas tanto pelo macho como pela fêmea, ao fim de 8 semanas tornam-se independentes.
As Fêmeas podem começar a pôr novamente ovos mesmo ainda com as crias no interior do ninho e podendo assim correr o risco de os pais arrancarem as penas aos filhotes, se isso acontecer, o melhor é retirar as aves do ninho e se ainda não se alimentarem sozinhas deverá cria-las à
mão.
Mas apesar disso os Kakarikis são uns óptimos progenitores de suas crias.
Mutações: Existem algumas aves, Lutinos, lindos, completamente amarelos alguns com apenas duas manchas vermelhas no dorso, e outros malhados de verde e amarelo.
Caturras / Calopsita

Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Género: Nymphicus
Espécie: N. hollandicus
Comprimento: 30 cm
Peso: 85 a 120 g
Longevidade: 25 anos
Incubação: 18 a 23 dias
Maturidade: 12 meses
Postura: 3 a 7 ovos (média)
São nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em
regiões áridas e semi-áridas do país.
Ave nómada costuma voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca
de alimentos. A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de
filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa
época.
A calopsita é um pássaro que vem conquistando cada vez mais as pessoas pelo
seu jeito amigável e interactivo, principalmente quando domesticado. Apegam-se
facilmente aos seus donos e reconhecem-nos de longe. Muito participativas e
brincalhonas, são alegres e divertidas. É considerada uma ave sociável, pois
convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço
adequado. Podem aprender a imitar a voz humana, mas não são muito exímias nesse
aspecto.
A diferença entre os sexos é a intensidade de cores da sua plumagem. Os
machos têm a cabeça e as faces predominantemente amarelas, enquanto que as
fêmeas quase não apresentam cor amarela. São aves muito resistentes. Pode
deixa-las no viveiro ao ar livre, durante o Inverno, desde que disponha de
refúgio num abrigo nocturno, protegido das correntes de ar e da geada.
Existem actualmente numerosas mutações cromáticas atraentes das espécies
selvagens originais (cinzentos), a branca e amarela, calopsitas com tonalidades
pastel, malhadas e nacaradas.
Agapornis Roseicollis

Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Familia: Psittacidae
Género: Agapornis
Espécie: A. roseicollis
Comprimento: 15 a 17 cm
Peso: 52 g (fêmea) e 46 g (macho)
Longevidade: 10 a 15 anos
Origem : África (Namíbia e sudoeste de Angola).
Características: face em tom salmão-rosado, região da rabadilha azul e o resto do corpo de cor verde. Bico em tom marfim-claro. Os filhotes têm uma mancha preta no bico e não
apresentam coloração na testa, como os adultos. Nesta subespécie existem
hoje 14 mutações fixadas e definidas.
Dimorfismo sexual: não há diferença aparente, os machos e as fêmeas têm a mesma cor.
Habitat natural : locais secos e áridos, estepes e savanas das terras baixas, até uma altitude de 1600 m, e também regiões montanhosas. Procuram lugares com água nas proximidades.
Modo de vida: normalmente em colônias. Acasalam de janeiro a março (a estação das chuvas). Além de seus próprios ninhos, também aproveitam ninhos abandonados por outros pássaros. As fêmeas levam o material de construção dos ninhos nas penas do dorso e da rabadilha. O ninho pode ser perfeito, tapado e coberto, como os dos personatas, ou simplesmente apenas o chão forrado, quando escasseia o material para a sua confecção.
Alimentação: adoram searas, mistura para periquitos, fruta, cenoura, espinafre, agrião e papa de criação.
Comportamento: sociáveis entre si, mas com um pouco de agressividade para com outros pássaros. Entre todas as espécies de agapórnis, os roseicollis são os que melhor se adaptam.
Reprodução: muito fácil. Em viveiros ou em gaiolas. A postura é de 4 ou 5 ovos. Incubação : 22 dias. As crias saem dos ovos com um peso de 3g e começam a voar ao fim de 40 dias. São um pouco mais claras, e a ponta do bico é negra. A cor definitiva da plumagem aparece por
volta dos 6 meses.
Mutações: amarelo, azul, azul-pastel, lutino, creme, verde-escuro, multicolor, e muitas outras com face rosada, face branca, face laranja, etc. Uma das mutações mais bonitas são os golden cherries de cor amarela-viva, com a sua face vermelha e a rabadilha azul. Desde 1950 que se conhecem estas mutações de cores.
Particularidades: a fêmea é maior que o macho.
Agapornis Personata

DISTINÇÃO ENTRE OS SEXOS: Não existem características exteriores que permitam distinguir os machos das fêmeas. Um amante de aves experiente pode sentir a diferença entre os ossos pélvicos, que no caso das fêmeas são mais afastados. Em muitos casos, a fêmea é maior do que o macho.
CARACTERÍSTICAS SOCIAIS: Quando estão juntos, os agapornis personata, são aves gregárias que podem ser criadas em grupo, sem quaisquer problemas. Pode também adquiri-los e alojá-los em recinto fechado numa gaiola espaçosa. No entanto, deve Ter atenção, caso não adquira estas aves ao mesmo tempo. As aves solitárias não aceitam facilmente um intruso.
ALOJAMENTO
ADEQUADO: Estas aves podem ser criadas num viveiro ao ar livre ou em recinto fechado ou numa gaiola (de criação) espaçosas. Embora estas aves sejam excelentes voadoras, também gostam de fazer acrobacias e de trepar. Por conseguinte, pode criá-las numa gaiola que seja mais alta do que larga. De qualquer maneira, o viveiro ou a gaiola devem ser feitos de um arame extremamente resistente para o gradeamento. Não vale a pena colocar plantas no viveiro, uma vez que as aves roem-nas até as desfazerem, em menos de um ápice.
TEMPERATURA AMBIENTE: Não terá de tomar quaisquer medidas extraordinárias no caso de criar estas aves ao ar livre, desde que tenham acesso a um abrigo noturno que as proteja da gaiola.
ALIMENTAÇÃO: Estas aves devem ser alimentadas com uma boa mistura de alimento para periquitos, que pode suplementar com pequenas quantidades de frutos e ervas. Durante a época de gestação, deve proporcionar-lhes suplementos e alimento à base de ovos. Devem sempre dispor de uma mistura de areia.
ATIVIDADE: Estas aves são enérgicas e ativas e utilizam todos os espaços do viveiro ou gaiola. Adoram banhar-se na água e o seu canto pode ser muito ruidoso e lancinante.
CRIAÇÃO: É aconselhável não tentar fazer criação destas aves antes de atingirem um ano de idade. Uma caixa de ninho adequada deve Ter na base uma área de 25x25 centímetros e uma altura de 30 centímetros. Constroem um ninho a partir de todos os tipos de materiais toscos. Põem três ou quatro ovos que a fêmea choca durante um período de 18 a 20 dias, aproximadamente. A plumagem ocorre passados cerca de 45 dias. Algumas semanas após as cria nascerem. Os pais podem manifestar comportamentos agressivos contra elas. Assim. É aconselhável retirar as crias na ocasião propícia. Estas aves podem perfeitamente ter várias gestações por ano, mas não deve permitir que fiquem exaustas, retirando a caixa de ninho após a Segunda gestação.
MUTAÇÕES: Existe uma variedade de mutações. A semelhança dos periquitos de rosto de pêssego, existem mutações claras, escuras e verdes-olvia, bem como mutações cor de malva, azul-celeste e azul-cobalto, por vezes em combinação com tons pastel. Finalmente, existem também lutinos (amarelo com olhos vermelhos) e albinos (branco com olhos vermelhos).
Agapornis Fisheri

Classe: Aves Ordem: Psittaciformes
Família: PsittacidaeGénero:
Agapornis Espécie: Agaporni fisheri
Comprimento: 14 cm
Peso: 50 g (fêmea) e 45 g (macho)
Longevidade: 10 a 15 anos
Origem : norte da Tanzânia
Características:
Fronte, faces e garganta vermelho-alaranjada, nuca acastanhada, peito amarelado, parte superior da cauda azul e restante do corpo na cor verde. Olhos envolvidos por um círculo branco, sobressaindo da cabeça, e bico vermelho. Os filhotes apresentam cores mais pálidas que os adultos, principalmente na cabeça, e marcas escuras no bico.
Dimorfismo sexual: não há diferença aparente. Machos e fêmeas têm a mesma cor.
Habitat natural: planaltos interiores da Tanzânia do Norte, nas savanas das terras altas (entre 1000 e 1700 m ), com árvores, mas também se encontram em terrenos cultivados.
Modo de vida: acasalam no exterior - a fêmea faz o ninho em abóbada e aproveitam ninhos abandonados de tecelões.
Alimentação: searas , sementes e frutos.
Comportamento: mais sociáveis que os agapórnis personatas.
Reprodução: de maio a julho, em viveiros ou gaiolas. A postura normal é de 3 a 5 ovos.
Incubação: 22 dias. As crias começam a voar após cerca de 35 a 37 dias e a cor definitiva da plumagem aparece por volta dos 6 meses.
Particularidades:
características genéticas muito parecidas com as dos Personatas, no entanto bem diferenciados pelo fenótipo. É vulgar os fischeris passarem por personatas, ou vice-versa, quando surge uma nova mutação, como a azul , por exemplo. A mutação violeta dos personatas também já existe nos fischeris, com grande pureza. Da mesma forma, as variações ricardo e brancos de olhos negros , dos fischeris, já foram transferidos para os personatas.
Mutações: amarelos (desde 1942),
azuis (desde 1957, na África do Sul) e, em cativeiro, nas variações lutino,
cobalto, malva, etc.
Está ameaçado de extinção.
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